Ser mãe, mudou a minha vida. Mas continuo a ser mulher, a ter dúvidas, a ter dias bons e menos bons. E são pedaços da minha vida, que aqui partilho...
16/07/12
13/07/12
óóóóó S. Pedro!!!
Cansei-me de ser boazinha e de achar que és um tipo porreiro e que estás apenas lixado porque uma Troika qualquer também te cortou o subsídio de férias...
Estamos a meio de Julho senhor santo... Não achas que era altura do Verão chegar ao Porto? Sim, amigo, chegar... Porque qualquer semelhança com o tempo que está e o tempo de Verão é pura ilusão.
Hoje chove. Máxima 20ºC. Mínima 12ºC. Está fresco e vento lá fora.
Se o objectivo é afundar-nos a nós, povo do Norte, ainda mais num ambiente depressivo e melancólico, fica o alerta que a malta NÃO precisa da tua ajuda...
E eu gosto tanto do Verão (do verdadeiro, não desta imitação chinesa que por aqui anda este ano). Bah......
12/07/12
11/07/12
Para as mães, eles serão sempre crianças
É o 2º anúncio da P&G, da campanha Obrigado Mãe!
Se já tinha gostado muito do 1º, também adoro este!
Talvez porque sou mãe. Talvez porque tenho mãe.
Podem ver aqui.
tenho para mim
que se esta semana me conseguir deitar alguma dia, sem que seja já dia
seguinte, vai ser um feito histórico.
Por bons motivos. Apenas bons motivos .)
seguinte, vai ser um feito histórico.
Por bons motivos. Apenas bons motivos .)
10/07/12
09/07/12
percebo de que fibra é feita a minha catraia quando...
Maria a passear a nossa cadela no jardim do condomínio, com a amiga Rita.
Ela faz um cocó, eu vou apanhar com um saquito e lhes digo para ficarem do outro lado do passeio, no jardim, enquanto eu vou deitar o belo presente ao lixo.
Faz de conta que não ouve e avança na minha direcção.
Vejo o porteiro com uma mangueira e ameaço que se continuar a andar ele aproveita para regá-las a elas.
Ele ouve e entra no faz-de-conta e vira a mangueira na direcção delas.
A Rita grita e foge. A Maria ri-se e responde: "Posso tirar a roupa?!?"
ela vista pela inês
Esta foi a amostra que recebemos da sessão fotográfica que fizemos com a fantástica Inês
Não preciso de dizer que ficamos maravilhados com as fotografias...
Não preciso de dizer que ficamos maravilhados com as fotografias...
06/07/12
03/07/12
Porque eu tenho esperança...
Hoje li isto. Escrito pela Polo Norte, que, confesso, é das bloggers que mais gosto de ler.
" "Tens um mano na tua barriga?" - entrou de rompante pelo meu quarto. A mãe, internada no quarto ao lado, tentou demove-la. " Não incomodes a senhora! Anda cá!". Mas ela continuava a olhar para mim, de pé, à beira da minha cama de hospital. Olhos azuis, cabelo louro, 4 anos de gente.
"Também tens um mano na barriga?"- insistia. Pego-a ao colo para se sentar aos pés da cama, leve que nem uma pluma. "Cuidado com o meu cateter!". A mãe, pálida e com ar gasto, grávida do mesmo tempo gestacional que eu, a contar-me da leucemia da filha, dos tratamentos de quimioterapia, da gravidez que pode ser uma esperança de vida, de mais vida ainda, o verdadeiro milagre da vida, para a filha que já vive. Das possibilidades de compatibilidade do novo bebé, que entretanto ganha pouco peso no útero, fruto do sistema nervoso da mãe que, internada, não acompanha pela primeira vez, em dois anos e meio, o ciclo de quimioterapia da filha.
"Tens um Bobi?"- fita-me, a pequena, de olhos pregados no suporte com rodas que me eleva o soro. E a mãe sorri, gasta e cansada, velha no pico dos seus 26 anos, a aguardar um milagre que são dois, agora. O bebé só tem um rim mas não lhe importa. A doença da filha ensinou-a a racionalizar a realidade. "Vive-se só com um rim, eu quero é que ele nasça bem, mesmo que não seja compatível,. Quero- os aos dois, bem! Percebe-me, não é?" Percebo tão bem.
E a menina canta- me aos pés. Elevo-a no elevador da cama, fica alta no cimo do colchão elevado. "Vou tocar no sol!"- e não parece doente, enquanto escorrega pelas minhas pernas, se ri às gargalhadas e folheia um livro que me ofereceu uma leitora deste blog.
A mãe a insistir que me deixe sossegada, sorriso exausto. Está desempregada, " ninguém dá trabalho a uma mulher que tem que faltar uma semana por mês para acompanhar a filha na quimioterapia". E, agora, internada. O marido teve que meter baixa para a substituir- "o dinheiro da baixa não vem logo no mês em que gozamos a baixa, este mês nao sei como irá ser". A filha, tagarela, dá gargalhadas e, por um momento, o sorriso abre-se, alheio aos problemas. Acaricia a barriga, como que a regar o crescimento do bebé que aí vem.
Falamos dos bebés que esperamos. Chega mámen para a visita, senta a menina ao colo, faz-lhe desenhos a pedido. A mãe elogia o jeito dele para desenhar. Mostro- lhe a fotografia da parede do quarto da Ana, pintada por ele. A menina pergunta se ele lhe pode desenhar uma Kitty na parede. Sorrimos os dois, cúmplices. Hoje toleramos a Kitty. Sim, irá pintá-lá, logo que a mãe regresse a casa. A menina salta de alegria.
Chega o jantar, a mãe e a menina recolhem ao seu quarto, não sem antes a pequena insistir: "Tens um mano na barriga?".
Lembro- me das discussões que temos tido acerca da preservação de células estaminais. Banco Público ou empresa privada? Se colocarmos no Banco Publico e aparecer alguém que precise, a nossa filha fica sem as suas células disponíveis. No Privado as células serão sempre guardadas para ela.
E a menina ali ao lado, a precisar de um transplante de medula. Não pode haver egoísmo na humanidade. Nem umbiguismo. Se a nossa filha fosse compatível, não hesitaríamos um segundo, sabemo-lo com o olhar, as palavras não são precisas.
E, finalmente, respondo "Sim, tenho uma (m)Ana na barriga!". Porque todos os bebés deveriam ser irmãos da menina.
A minha sê-lo-á."
Mais informações de como ajudar em: http:// quadripolaridades2.blogspot .pt/2012/07/ tens-um-mano-na-barriga.htm l. "
" "Tens um mano na tua barriga?" - entrou de rompante pelo meu quarto. A mãe, internada no quarto ao lado, tentou demove-la. " Não incomodes a senhora! Anda cá!". Mas ela continuava a olhar para mim, de pé, à beira da minha cama de hospital. Olhos azuis, cabelo louro, 4 anos de gente.
"Também tens um mano na barriga?"- insistia. Pego-a ao colo para se sentar aos pés da cama, leve que nem uma pluma. "Cuidado com o meu cateter!". A mãe, pálida e com ar gasto, grávida do mesmo tempo gestacional que eu, a contar-me da leucemia da filha, dos tratamentos de quimioterapia, da gravidez que pode ser uma esperança de vida, de mais vida ainda, o verdadeiro milagre da vida, para a filha que já vive. Das possibilidades de compatibilidade do novo bebé, que entretanto ganha pouco peso no útero, fruto do sistema nervoso da mãe que, internada, não acompanha pela primeira vez, em dois anos e meio, o ciclo de quimioterapia da filha.
"Tens um Bobi?"- fita-me, a pequena, de olhos pregados no suporte com rodas que me eleva o soro. E a mãe sorri, gasta e cansada, velha no pico dos seus 26 anos, a aguardar um milagre que são dois, agora. O bebé só tem um rim mas não lhe importa. A doença da filha ensinou-a a racionalizar a realidade. "Vive-se só com um rim, eu quero é que ele nasça bem, mesmo que não seja compatível,. Quero- os aos dois, bem! Percebe-me, não é?" Percebo tão bem.
E a menina canta- me aos pés. Elevo-a no elevador da cama, fica alta no cimo do colchão elevado. "Vou tocar no sol!"- e não parece doente, enquanto escorrega pelas minhas pernas, se ri às gargalhadas e folheia um livro que me ofereceu uma leitora deste blog.
A mãe a insistir que me deixe sossegada, sorriso exausto. Está desempregada, " ninguém dá trabalho a uma mulher que tem que faltar uma semana por mês para acompanhar a filha na quimioterapia". E, agora, internada. O marido teve que meter baixa para a substituir- "o dinheiro da baixa não vem logo no mês em que gozamos a baixa, este mês nao sei como irá ser". A filha, tagarela, dá gargalhadas e, por um momento, o sorriso abre-se, alheio aos problemas. Acaricia a barriga, como que a regar o crescimento do bebé que aí vem.
Falamos dos bebés que esperamos. Chega mámen para a visita, senta a menina ao colo, faz-lhe desenhos a pedido. A mãe elogia o jeito dele para desenhar. Mostro- lhe a fotografia da parede do quarto da Ana, pintada por ele. A menina pergunta se ele lhe pode desenhar uma Kitty na parede. Sorrimos os dois, cúmplices. Hoje toleramos a Kitty. Sim, irá pintá-lá, logo que a mãe regresse a casa. A menina salta de alegria.
Chega o jantar, a mãe e a menina recolhem ao seu quarto, não sem antes a pequena insistir: "Tens um mano na barriga?".
Lembro- me das discussões que temos tido acerca da preservação de células estaminais. Banco Público ou empresa privada? Se colocarmos no Banco Publico e aparecer alguém que precise, a nossa filha fica sem as suas células disponíveis. No Privado as células serão sempre guardadas para ela.
E a menina ali ao lado, a precisar de um transplante de medula. Não pode haver egoísmo na humanidade. Nem umbiguismo. Se a nossa filha fosse compatível, não hesitaríamos um segundo, sabemo-lo com o olhar, as palavras não são precisas.
E, finalmente, respondo "Sim, tenho uma (m)Ana na barriga!". Porque todos os bebés deveriam ser irmãos da menina.
A minha sê-lo-á."
Mais informações de como ajudar em: http://
Cá em casa já estamos inscritos como dadores de medula, mas se esta história chegar para que mais alguém decida tornar-se dador... e ajudar a Bia. Todas as Bias...
26/06/12
25/06/12
Anda ver a lua
Jantar numa esplanada. Calor. Sem vento. Peixe grelhado supimpa.
E ela decide que quer sair e ir para o passeio. Ver a lua. Acedemos.
Saiu e ficou fascinada a olhar para a lua. Ao regressar vi-a a deitar o olho a uma filha de mãe de uma máquina de bolinhas, onde só sai porcaria, mas que faz as delícias da catraia.
Entrou. Entre uaus e fantásticos a descrever a lua, atirou:
"Quero ir ver a lua outra vez!"
"Vai lá Maria..."
"Mas algum adulto tem que ir comigo..."
Eu ri-me baixinho, porque a conheço tão bem que vi logo onde queria chegar. E sussurrei ao Pai, que lua queria ela ver...
E sairam os 2 de mãos dadas. E viram a lua.
"Já viste o que está ali do outro lado?" - perguntou o pai.
"Uau! Uma máquina de bolas! Podes ir lá ver de mais perto?"
E voltou com 2 bolas. Feliz da vida... E perguntou aos avós:
"Quem é que vem comigo ver a lua agora?" E eles lá forma. Eles e as moedas de 1€....
E ela decide que quer sair e ir para o passeio. Ver a lua. Acedemos.
Saiu e ficou fascinada a olhar para a lua. Ao regressar vi-a a deitar o olho a uma filha de mãe de uma máquina de bolinhas, onde só sai porcaria, mas que faz as delícias da catraia.
Entrou. Entre uaus e fantásticos a descrever a lua, atirou:
"Quero ir ver a lua outra vez!"
"Vai lá Maria..."
"Mas algum adulto tem que ir comigo..."
Eu ri-me baixinho, porque a conheço tão bem que vi logo onde queria chegar. E sussurrei ao Pai, que lua queria ela ver...
E sairam os 2 de mãos dadas. E viram a lua.
"Já viste o que está ali do outro lado?" - perguntou o pai.
"Uau! Uma máquina de bolas! Podes ir lá ver de mais perto?"
E voltou com 2 bolas. Feliz da vida... E perguntou aos avós:
"Quem é que vem comigo ver a lua agora?" E eles lá forma. Eles e as moedas de 1€....
Mãe
tu és fixola!
E com isto me arrebata o coração e me leva de seguida uma moeda de 1€ para uma porcaria qualquer...
E com isto me arrebata o coração e me leva de seguida uma moeda de 1€ para uma porcaria qualquer...
23/06/12
Parabéns para mim
Que hoje faço 35 anos (chiça que são muitos)!
Não haverá bolinho, mas será um dia de aniversário longo. Passado em viagem até ao Algarve, com a catraia mais linda do mundo, o maridão e os papás. E por lá ficaremos uma semaninha de férias. Se o S. Pedro for porreiro, de papo para o ar, entre praia e piscina.
Não haverá bolinho, mas será um dia de aniversário longo. Passado em viagem até ao Algarve, com a catraia mais linda do mundo, o maridão e os papás. E por lá ficaremos uma semaninha de férias. Se o S. Pedro for porreiro, de papo para o ar, entre praia e piscina.
22/06/12
Nova Iorque
Papá: "Sabes Maria, no sábado bem cedinho vamos fazer uma viagem grande de carro..."
Ela: "Eu sei papá!" (cara 33, pose de modelo com joelhos juntos e um dos pés em pontas) "Vamos a Nova Iorque!"
Nós: risos, muitos risos.
Eu: Ouve lá catraia, mas onde é que fica Nova Iorque?
Ela; "Não sei! Ainda não fui lá!..."
Ela: "Eu sei papá!" (cara 33, pose de modelo com joelhos juntos e um dos pés em pontas) "Vamos a Nova Iorque!"
Nós: risos, muitos risos.
Eu: Ouve lá catraia, mas onde é que fica Nova Iorque?
Ela; "Não sei! Ainda não fui lá!..."
21/06/12
eu gosto disto
Nos últimos tempos lá no condomínio têm-se feito algumas actividades que promovem o relacionamento entre vizinhos. E eu gosto. Muito.
Já houve aulas de zumba fitness no Jardim, com direito a todo o equipament e colunas com música bem alta, tudo levado por um vizinho que é instruto de fitness, foi criada uma sala de jogos com brinquedos, matrecos e afins para a criançada brincar (tudo a custo zero, que foi tudo doado pelos condomínos) e hoje há convívio na sala do condomímio para ver o jogo de Portugal (com cervejas, tremoços e amendoins oferecidos pelo administrador).
Tudo isto tem acontecido agora, desde que o condominio deixou de estar nas mãos de uma empresa (e muito teria que vos contar sobre este assunto... porque fomos tão roubados....) e passou a ter como administrador um morador.
É certinho que logo não vamos ver o futebol para a sala de condomínio (convencer o marido é impossível... na mesma medida em que eu gosto destas coisas, ele detesta), mas que fiquei com um sorriso ontem quando vi o convite afixado, fiquei.
hoje li
"Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida."
20/06/12
e nasceu
Hoje estou feliz! Muito feliz!
Mais uma etapa do nosso sonho começa hoje. Obrigada a todos os que já nos seguem com carinho no nosso canto docinho (https://www.facebook.com/Feitocaemcasa) e aos que nos acompanham agora nesta viagem.
Porque acreditamos que as coisas simples são as mais belas, é isso que encontrarão aqui https://www.facebook.com/feitocaemcasastore
De cake stands a decoração para mesas de festa. De linhas mais modernas ao estilo mais vintage. E muito, muito mais… Sonhem connosco!
Espero que gostem!
Mais uma etapa do nosso sonho começa hoje. Obrigada a todos os que já nos seguem com carinho no nosso canto docinho (https://www.facebook.com/Feitocaemcasa) e aos que nos acompanham agora nesta viagem.
Porque acreditamos que as coisas simples são as mais belas, é isso que encontrarão aqui https://www.facebook.com/feitocaemcasastore
De cake stands a decoração para mesas de festa. De linhas mais modernas ao estilo mais vintage. E muito, muito mais… Sonhem connosco!
Espero que gostem!
hoje li (e esta não podia rimar mais com o dia de hoje)
"Devemos acreditar que temos um dom para alguma coisa e que, custe o que custar, havemos de consegui-la"
18/06/12
eu podia dizer que estou feliz...
Mas estou mais do que isso!
Os que me seguem há algum tempo, sabem do Feito cá em casa. Um projecto que tenho com uma amiga e que é a (outra) menina dos meus olhos. Porque acredito muito, muito nele. E porque há 8 meses, quando começamos ninguém diria que aqui chegaríamos hoje...
E esta semana vamos ter uma grande novidade :) A confirmação acaba de chegar.
Não posso ainda contar grande coisa... Mas esta semana há novidades! Boas :)
Podem ficar a par de tudo e seguir o meu cantinho docinho, em www.facebook.com/Feitocaemcasa
do Festival Panda 2012
Foi fraquinho... fraquinho...
Logo à entrada (talvez azar nosso) o segurança foi do mais antipático que se possa imaginar...
Lá dentro, os pais este ano, como a relva estava húmida toca de se lembrarem de ficar de pé. Resultado as criaças não viam para o palco e queriam colo (lindo!). Lá acabamos por pedir a toda a gente que se sentasse já que de outra forma era impossível estarmos ali e as crianças verem alguma coisa.
Depois o espéctaculo em si, foi fraco. Mais do mesmo. Muita conversa. Põem-se a contar a história de Portugal, quando a criançada quer é cantar e dançar e ver os ídolos da tv ali à mão de semear.
E a área com as actividades para eles fazerem (os desenhos, as pinturas faciais, os insufláveis), tudo para esquecer. Uma hora de fila a correr bem. Manter as crianças na fila uma hora é impossível. A Maria andou no 1º insuflável e ficou por ai. Acabou por adormecer na fila do 2º, ao meu colo, não sem antes de cravar um assobio que me custou uns absurdos 6€...
15/06/12
como se explica uma capa da playboy a uma criança de 3 anos?
Paradas num sinal vermelho.
Ela - "Mamã, olha ali!"
"Sim, Maria, é uma paragem de autocarro..."
Ela -"Não mamã! Ali... uma fotografia grande uma menina em cuecas!"
Eu - "Sim, sim...olha está verde, podemos andar!"
Ela - "Estás a ver mãe! Eu não te disse que não faz mal andar de cuecas em casa! Se aquela menina está de cuecas na rua!"
14/06/12
gut feeling
Há pessoas de quem gosto à 1ª vista. E há também pessoas de quem não gosto à 1ª vista. A vida foi-me ensinando a não confiar demasiado nestas primeiras impressões e a estar atenta e ir deixando que as pessoas entrem na minha vida. Com calma.
Mas devo confessar que este amor/desamor, este gut feeling que me bate assim que olho para alguém é habitualmente decisivo. E diria que não tenho ninguém na minha vida, que tenha entrado na minha vida já na fase adulta (comadre, estás out), por quem não tenha sentido simpatia à 1ª vista.
E o mesmo se passa com lugares, marcas...
Os mais chegados às ciências chamam-lhe reacção química e explicam esta reacção com umas fórmulas estranhas. Como se explica não sei. Mas que para mim, faz sentido, faz.
Há uns tempos conheci alguém de quem não gostei. O meu anjinho lá teve uma discussão com o meu diabinho e eu, fui falando cordialmente com essa pessoa, mas sempre tendo em mim aquela impressão inicial.
E mais uma vez, esta impressão me mostrou estar certa. Eu explico.
Esse alguém tem um filho (com 7 ou 8 anos). Num dia de festa na empresa, em que devia estar a trabalhar (é assim mesmo, desengane-se quem pensa que quem organiza eventos se diverte a valer nos mesmos). Durante a tarde e antes de começar a festa fez ar preocupado e disse que não ia estar no jantar. O filho estava internado. Estranhei. Mas perante o argumento (a que sou mais do que sensível), disse que compreendia e que não se preocupasse. Mas estranhei. Afinal a brincadeira, as gargalhadas eram constantes. Eu já tive a minha flha internada uns longos 10 dias. Não passava de uma vírose. Eu sabia. E ainda assim foram dias que não desejo a ninguém. Passados uns minutos perguntei como era. Afinal o filho ainda não estava internado (really?), estava no médico a decidir se internavam ou não. As horas foram passando. Sempre com muita brincadeira e bom ambiente. Momentos antes caiu a bomba: o internamento confimava-se, tinha que sair a correr e era meningite. Mas a calma ao sair, o sorriso. É o chamado não bater a cara com a careta.
Chamem-me o que quiserem mas não comprei a história.
E pior foi minutos antes de começar a festa, ver a pessoa chegar de banho tomado e roupa lavada, a sorrir e a brincar. E a ficar até perto das 3 da manhã quando a festa terminou. E a dançar e dizer piadas e tudo o que possam imaginar.
Na semana seguinte disse que era mingite vírica e que estava tudo bem.
Vejo duas hipóteses.
1ª Mentiu e não houve meningite nenhuma (hipótese em que acredito piamente), o que comprova o meu gut feeling.
2ª Sofre de insanidade porque só assim compreendo que alguém tenha um filho internado com miningite e esteja naquele estado de relax total, o que comprova o meu gut feeling.
Eu acredito nos meus instintos, embora já me tenham enganado algumas vezes. Ainda assim, acredito. Até porque hoje há tanto quem pareça ser o que não é e nos faça viver a pensar ai que boa rapariga/rapaz e vai-se a ver e na primeira curva, toma lá morangos que é para abrires os olhos!
13/06/12
coisas que me fazem comichão
Fazer alguma coisa. Descobrir alguma coisa. Partilhar com alguém. Alguém divulgar aos sete ventos usando as palavras "eu fiz... eu descobri!".
Ultrapassa-me.
12/06/12
percebo que as minhas alergias estão ao rubro
Quando em meia hora, 3 pessoas diferentes me perguntam se está tudo bem, porque acham que estive a chorar...
11/06/12
e vai-se a ver
e parece que o bicho é resistente. Tanto que estou com dores de cabeça, no corpo e a fica com dores de garganta. Raios.
hoje li
"As pessoas influenciam-nos, as vozes comovem-nos, os livros convencem-nos, os feitos entusiasmam-nos "
xô bicho, xô
depois de uns dias com uma conjuntivite valente, com direito a acordar com os olhihos colados com tanta remela amarela e com a D. Febre a fazer-nos uma visita, melhorou, mas desde sábado que está muito, muito constipada. Espirros, tosse e febre alta...
Depois de um Inverno em que não tivemos grandes sobressaltos esta Primavera disfarçada que tanto tem tido calor e sol, como dias de chuva e frios, tem-nos dado que fazer...
06/06/12
percebo que estou (verdadeiramente) cansada
quando na estação de serviço de Aveiras, paro para abastecer o carro e compro um gelado e um presente para a Maria. Me sento uns minutos a comer o gelado e a pensar como raio me vou manter acordada até chegar ao Porto (leia-se a conduzir até ao Porto). E saio porta fora e ao chegar ao pé do carro vou buscar a chave e percebo que não tenho carteira. E vou calmamente para trás e lá estava ela pousada (e pesada) em cima da mesa... Mas já estou em casa e amanhã é feriado e (so help me God, digo Mary) vou dormir toda a manhã.
Promoções no Pingo Doce
Subscrevi a newsletter do Pingo Doce e recebi há pouco um e-mail, que dava conta de uma promoção de 50% em artigos de marcas nacionais, para compras de valor superior a 25€.
Entrando no link têm folheto com os produtos em promoção. Não fosse ainda ter atum, óleo e azeite em quantidade, desde os 50%, aproveitava esses produtos.
Mas ainda assim tem algumas coisas que valem bem a pena. Amanhã vou lá espreitar.
Entrando no link têm folheto com os produtos em promoção. Não fosse ainda ter atum, óleo e azeite em quantidade, desde os 50%, aproveitava esses produtos.
Mas ainda assim tem algumas coisas que valem bem a pena. Amanhã vou lá espreitar.
05/06/12
do bom que é
receber uma chamada de alguém de quem gostamos e com quem não estamos há muito tempo. E ouvir que me lê por aqui e que gosta do que lê :)
Querem ganhar bilhetes para o Festival Panda?
Vejam aqui. Nós já compramos os nossos e não vou concorrer, mas partilho para que possam tentar a vossa sorte :)
04/06/12
...
Tantos anos depois, tantos textos escritos, tantos comunicados, revistas, entrevistas,newsletters... e o vislumbre da folha em branco, continua a paralisar-me, Custa é começar e não custa sempre. Mas hoje está a custar. Talvez porque dormi pouco. Talvez porque a Maria ainda não está a 100% (a febre deu lugar ao que aparenta ser uma conjuntivite). Talvez porque este fim-de-semana senti que andei sempre a correr. Talvez apenas porque é 2ª feira e ainda nem tomei café.
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